Blockchain para a gestão do Copyright

Blockchain foi aplicado pela primeira vez em janeiro de 2009 como parte essencial do funcionamento do Bitcoin, a primeira e mais famosa criptomoeda. Suas funcionalidades abriram um vasto conjunto de possibilidades para optimizar qualquer atividade. Vai poder o Blockchain facilitar também a tão cobiçada gestão do copyright?Alterntivas Blockchain para la gestión del Copyright

Advirto que este artigo apenas pretende explicar a pessoas neófitas ou até leigas em criptoeconomía o que é e como podería ajudar o Blockchain à gestão do copyright. Portanto, dou por firme que se assumem algumas imprecisões e também terminologias. Martelo meu objetivo: anunciar que há múltiplas iniciativas para a gestão do copyright num mundo cada vez mais digital.

As tecnologias da informação e internet afetaram (e de fato segem fazendo) à maioria de setores econômicos. Somos testemunhas de uma gigantesca disrupção respeito ao mundo analógico tradiconal. Presagiaram um mundo digital e na verdade é que a gente se encontra nesse mundo no que todo é digitalizável ou está por ser.

Na frente daquele cenário incipiente, como não se sentir tentados a se posicionar quanto antes? A promessa era a descentralização e eliminação de intermediários: quem quiser poderia escrever e ser lido ou fazer inúmeras fotografías, retocalá-las e ofrecê-las a nivel planetário e sem sair de casa!, tentador demais. Isto mesmo é é valido com qualquer outra oferta cultural como a música ou o cinema.

Mas, o que é que aconteceu?

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Mixxx, software para DJs livres

Gostaria de ser Disc jockey, deejay, DJ…? Mixxx (página oficial) é um software livre (pela frente, como sempre, SwL) que serve basicamente para misturar músicas e outros elementos sonoros.mixxx_200_deere_skin

Mas Mixxx também oferece muitas outras funcionalidades, tanto para leigos (usando simplesmente arquivos MP3 com teclado, mouse e fones) quanto para expertos profissionais porque inclui equalização, hotcues, master sync, delay, reverb, pitch, chorus, loops, mixagem automática, etcétera junto à possibilidade de trabalhar com MIDI, discos de vinil, CDs, sintetizadores, instrumentos musicais… Ou seja, é um aplicativo potente que proporciona muita diversão.

Uso essencial do Mixxx

Deixo como intuito inicial para abordar o uso de Mixxx essa viagem na que a gente quer evitar ter que ir procurando entre várias pastas as músicas desejadas a cada instante, ajustar constantemente seu volume, sua equalização ou, como alternativa, sofrer o modo aleatório (random).

Para isso o primeiro, óbvio, é RTFM, isto é, leia o manual ou, pelo menos, consulte as partes que pretenda usar. O segundo é dispor do mínimo necessário:

  1. Um computador com teclado, mouse e Mixxx instalado. Dá igual o sistema operacional, Mixxx é SwL multiplataforma.
  2. Fones conectados e funcionaistraktor-dj-cable
    1. Para que os fones sejam funcionais é importante ter presente que é imprescindível usar um cabo separador de canais (splitter). Mixxx certifica o Traktor DJ Cable (comprei por 9,99€). Caso contrário, não vai ser possível escutar nada mais que o que esteja soando nesse momento, não a seguinte pista que deseje mixar. Graças ao splitter vai poder escutar o máster pelo canal 1 e os fones pelo canal 2. Porém, há um estorvo, isto separa o estéreo deixando cada um dos canais em monaural. É fraco demais, considero isto apenas recomendável para casos limite nessas sessões ‘ao vivo’ quando algo inesperado aconteça.
    2. O ideal é adicionar una segunda placa de som. Mais uma vez, Mixxx recomenda várias placas (listadas algo mais embaixo nesse link). Comprei a Behringer U-Control UCA202 por 33€. Funciona apenas for conectada ao USB e se ajuste nas opções do Mixxx para que o máster use a nova placa de som externa pelos canais 1-2 e os fones pela placa interna com canais 1-2.uca202_p0484_left_l
  3. Ajuste as outras opções de Mixxx como a localização dos arquivos de áudio (MP3, OGG, WAV) e onde quiser ubicar suas sessões de gravação (mixagens).

Pronto! Já está tudo disposto para usarmos Mixxx! Agora só é curtir!

Conclussões sobre Mixxx

Mixxx é muito potente. Sendo assim desta maneira, é desejável dispor de alguma experiência prévia como DJ ou, se não for possível, dedique algum tempo de treinamento experimentando opções, gravando sessões para ir melhorando progressivamente. Com certeza, antes do que tarde vai atingir um resultado maneiro.

Um ponto que gostaria de ter no Mixxx é a possibilidade de gravar as sessões incrementais, ou seja, por partes, aos poucos. Explico isto, Mixxx grava apenas sessões “ao vivo”. Se errar, tentar correger tudo após a enésima mixada não é possível, é preciso repetir tudo desde o começo ou se armar de paciência usando a sessão prévia como si fosse “ao vivo” até atingir o ponto no que deseje correger o erro ou, em última instância, ajustar alguna parte com algum outro software, por exemplo, o editor de áudio Audacity.sl-1200gae-1

Quanto ao demais, é um prazer ter este software e no meu caso também foi uma grata surpresa. Há anos fui DJ profissional (embora apenas ocasional), usando três mesas toca-discos Technics* de arranque instantâneo que ainda são usados diariamente pelos atuais DJs.

(*) Technics vs. Tegnix… imaginam um dos motivos ocultos pelo que registrei a marca “tegnix”? 🙂

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Capacita para garantir a migração a SwL

É contrastado a cada vez maior presença das tecnologias livres e abertas nos servidores empresariais. Mas, por que não é paralelo este sucesso na migração de postos no escritório?migrando_a_SwL

Enquanto a serviços, o Software Livre (SwL) dispõe de um sólido status em múltiples campos, oferecendo soluções seguras, estáveis e independentes de fornecedores. Migrar serviços adiciona a estos óbvios benefícios, um ventajoso saldo econômico e, não menos importante, um enorme grao de transparência do processo. Com certeza, migrar serviços apenas é perceptível pelo pessoal da empresa. Seguirá desfrutando do seu email ou de uma rede otimizada sem aperceber que seus servidores passaram a se sustentar em SwL, ou muito pelo contrário, se advirtiram algo seria uma melhoria em geral.

Porém, nos postos de escritório a migração não é transparente, o pessoal vai ter que se enfrentar a um novo ambiente. Poderá ser máis fácil, direto e evidente que o anterior, mas vai ter que se enfrentar a um câmbio. E qualquer câmbio, pela sua própria natureza, gera um rejeite inicial. É, portanto, essencial incidir neste obstáculo para minimizar os efeitos em todo o processo e, deste jeito, garantir o sucesso da migração de contornos de trabalho onde seja possível se fazer.

Eis aqui onde entra no jogo a capacitação. É precisso concientizar ao pessoal das bondades do cambio e capacita-lo para exprimir as qualidades do novo ambiente. Não é certo que assistimos casos de migração entre distintas versões de software privativo (fechado) nos que nem sequer contaram com a opinião do pessoal afetado e aínda menos oferecendo uma mínima capacitação? Parece lógico, portanto, que parte da poupança que produz o processo migratório, no mínimo a meio prazo, seja destinado a diminuir os efeitos da migração do contorno de trabalho.

Além disso, servirá para capacitar solidamente ao pessoal nas rotinas diárias quase que nunca cobertas com uma suficiente destreza técnica. Resulta muito simples acharmos pessoas trabalhando todo o dia na frente de um computador sendo ineficaces na busca de informações, lentas na navegação, desconhecendo as mínimas regras de netiqueta, gerando contrasinais inseguras e, também, sendo incapaces de assinar digitalmente um documento.

Portanto, salvando os lógicos engarrafamentos que provoca o software privativo enquanto à dependência aos seus formatos fechados e aplicativos cativos que se consideran terminantes para o correto funcionamento da empresa, a formação capacitará ao pessoal da empresa que decida migrar a SwL incrementando ademais notavelmente sua produtividade.

“O home está condenado a ser livre” Jean Paul Sartre

Nos siguintes artigos…

Abordarei os passos que estamos dando em tegnix.eu no projeto de migração de uma empresa industrial pragada de equipos Apple e aplicativos privativos.

Créditos da imagem: As Salgueiras.

Artigo publicado originalmente para o blog de OpenExpo (em espanhol).

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A por o que resta de 2016

Deixo o link à minha breve lista de notícias* que decidi ressaltar do verão** de 2016 em matéria de Software Livre, sempre exceptuando artigos excesivamente técnicos.

Já com as mãos na massa preparo alguma entrada sobre redes sociais vs. trabalho e outra sobre o estado da migração da empresa na que estou imerso como consutor.

(*) As notícias que vou ressaltando son acessíveis na aba redes do menu principal deste blog ou em tegnix.eu | @brenlla en tumblr.

(**) Verão do hemisfério norte, ou seja, desde final de junho a setembro.

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Como vender Software Livre?

Como vender Software Livre? Por que `hai que´ compra-lo?” foi o título oficial da minha apresentação na OpenExpo o passado 2 de junho na sala FINODEX.Vender SwL

O meu alvo foi aportar uma nova perspectiva à cansativa, recorrida e fundamentada coleção de qualidades que oferece o Software Livre (SwL). E, pelo visto na platéia, acho que acertei e até sorprendi.

Comecei presentando a minha experiência comercial fora do âmbito tecnológico, meu perfil profissional e como descubri o SwL. Foi tal o meu entusiasmo que ao pouco tempo bati portas para divulga-lo: prefeituras, partidos políticos no próprio Parlamento de Galiza e institutos foram as primeiras.

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Venha à OpenExpo 2016

No 2 de junho dou uma palestra na sala FINODEX da OpenExpo 2016 (12.55 a 13.25h) titulada “Como vender Software Livre?“. Se quer vir mande uma mensagem usando o formulário de contato para ter sua entrada franca.OpenExpo

OpenExpo 2016, III Feira e Congresso anual sobre FLOSS e Open World Economy (Open Data e Open Innovation) acontece no Espazo MEEU, Ático da Estación de Chamartín (Madri) reunindo a mais de 2.000 participantes do setor, profissionais e empresas fazendo negócio.

Venha à OpenExpo!

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